Carioca! Sou eu, é você… É quem deseja ser. Os de papel registrado que perdoem a intromissão, mas ser carioca é mais do que apenas um registro legal é amar, é se maravilhar, é suportar, é aceitar, é conviver.
O Rio hoje não é mais São Tomé nem São Vicente – capitanias -, não é mais a França Antártica – colônia de povoamento de Nicolas Durand de Villegagnon- e nem muito menos a capitania real de Estácio de Sá.
O progresso da cidade, hoje não é mais a lavoura de cana-de-açúcar, nem a pecuária. E o porto, hoje não leva mais o ouro extraído das Minas Gerais. Não há família real, não há mais missões jesuítas, não há escravos, indígenas ou negros – ainda bem! Não há mais o Estado da Guanabara.
Diminui a importância do açúcar e aumenta a do café. Foi-se a revolta armada, revolução de 30, Getúlio, ditadura militar. A pureza dos tupinambás ou tamoios, os tupiniquins, os guaianás – quando não extintas-, misturada a pureza (ou não) dos brancos europeus ou dos negros escravos formam os cariocas.
A música chama de Maravilhosa, atenta sobre a recepção do Cristo Redentor ou garante que “o Rio de Janeiro continua lindo”. Nas novelas as panorâmicas fantásticas de zona sul ou das verdadeiras maravilhas do Rio.
O que não é legal no Rio de hoje, são as monstruosas (no tamanho) comunidades que não são atendidas pelo governo do estado e do município, que tornam a cidade mais insegura, já que a maioria delas são tomadas por traficantes – seres humanos criados por essa desordem e falta de estrutura familiar.
No entanto, os 444 anos, comemorados com muita festa em vários lugares da cidade que sim, é Maravilhosa, ainda com tantos problemas.
Parabéns Rio!
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