Acabo de conversar com o digníssimo e adivinhem? O assunto foi o tempo. Nada clichê, e me ouvindo dizer, agora, aqui, sozinho comigo mesmo finalizo (por hoje, é claro!) meu pensar: Passeei por três nichos, o primeiro trata-se de organização e disciplina; o segundo de prioridades; e de escolhas trata-se o terceiro nicho.
Por várias vezes artigos são publicados ou matérias são exibidas em programas de tevê que ensinam uma fórmula de organização do tempo. Há quem diga que dê certo, no meu caso não adianta nada. Seja colando adesivos por todos os lados da casa, seja cronometrando ações. O dia e tudo que nos relacionamos é tão imprevisível, que não há como contar com roteiros de programações diários.
Previsíveis são as prioridades, concretamente escolhidas por cada um de nós. Simples, você escolhe trabalhar e depois dormir, e eu escolho dormir depois de trabalhar. Você escolhe socializar e eu escolho dormir. Meu sono é tão importante que até os sonhos deixo para sonhar acordado.
No mesmo caminho estão as escolhas. Temos 24 horas diárias, e cientificamente comprovado, 8 horas mínimas para um bom sono. Ou seja, 16 horas úteis. Destas, 6h20, no meu caso são para o trabalho. Subtotal: 9h40. Para as aulas na faculdade, no mínimo, 6 horas. Subtotal: 3h40. Tirando 1 hora (também no meu caso) para ir ao trabalho e outra para voltar, restam: 1h40. Preparar o almoço 30 minutos, comê-lo 20 minutos; um lanche no lugar da janta 20 minutos (5 para preparar e 15 par comer). Subtotal: 30 minutos. Três banheiros rápidos, 15 minutos. Subtotal: 15 minutos. Lava-se um copo, um prato e metade de uma panela e “voilà”: Subtotal: 0h.
Agora tenho que ir, pois não contei a parte de escrever texto para o blog, logo, ou não fiz alguma coisa destas descritas, ou se isso for possível, estou devendo. Mas depois eu pago!
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