Há alguns dias venho me sentindo… hum, ciumento. Ciumento não! POSSESSIVO!
Ouço por aí, lendo por aí, vejo por aí… Descubro cada dia mais que tudo que fui um dia, tudo o que tive um dia está longe, e ficando mais longe ainda. A rotina se foi, a mesmice se foi, o grupo social se foi. Tudo isso foi substituído de uma maneira não brutal; foi aos poucos rasgando o centímetro a centímetro, se certificando sempre que o centímetro próximo a ser rasgado só seria se o anterior já estivesse no processo de cicatrização. Mesmo assim, agora, tal cicatriz coça… Arde… Dói, dói muito!
Sei que falo demais. Tenho comentários por várias vezes ácidos, mas às vezes o que sinto é indignação e não transformo aqui em palavras bem elaboradas: nada de eufemismo, ok? É assim que sou. Porém, me arrependo às vezes. Como agora, que vejo umas fotos pela rede e não me encontro nelas. Não aparecer na foto é o de menos, o ruim mesmo é não aparecer na foto porquê nem no dia da foto tirada estive.
Impossível não comparar. Será que agora ela, ela, eles, elas são mais felizes sem a minha presença? É possível! Eu sou mais feliz sem a presença de muita gente que eu era colado. Mas como? Não me conformo muito com isso. Preciso me conformar, mas “tá foda”!
Desculpas já não resolvem os problemas.





:: ÚLTIMOS COMENTÁRIOS ::