Não sei se é sempre assim. Veja o exemplo do FUNK CARIOCA.
Fui na casa de uma amiga e vi um DVD com apresentações de Mc’s. As letras das músicas, em sua maioria, são sem conteúdo importante para poder ser representado como orgulho de cultura nacional.
Bolete ou babaloo? Pois é, a moda eles inventam. Dupla interpretação no primeiro caso é inevitável. Em sua primeira aparição o sucesso sem explicação, apenas sucesso. Porém, nenhum sucesso é para sempre, salvo os de boa qualidade/conteúdo. Como a criatividade é enorme, a carona no sucesso anterior é feita com a brilhante criação de um rival. Que agora tira a dupla personalidade do sucesso inicial deixando somente o sentido literal capitalista.
Aprendi que bonde é maconheiros; japonês é aquele anda com o bonde, e depois de fumar fica com olhos ‘meia-taça’.
Vi algumas palhinhas de marquinhas.
O movimento é tão pobre culturalmente falando que o importante é fazer sucesso, mesmo que para isso tenham que se rotular como: Fiel, lanchinho da madrugada e amante. Sim, a mulherada sobe no palco com quase roupa nenhuma e gritam e batem no peito dizendo a cada 5 palavras, 4 erradas e 1 palavrão.
Isso é motivo para orgulho?
Acredite, eu ouvi:
-O púbrico;
-O pobremas;
-Primeromente;
-Vomos;
-Mô sartifação;
-Me sinto-se previlegiada.
É isso…
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